- Alterações da memória e da atenção, deixando a pessoa perdida em lugares em que sempre viveu.
- Mudança no temperamento, com crises de agressividade e mal-humor.
- Transtornos na fala, esquecendo palavras, mudando o nome das coisas, dizendo frases sem sentido.
- Perda da capacidade de realizar tarefas costumeiras. Com o passar do tempo, esquecendo, por exemplo, primeiramente que já comeu e briga, esquecendo-se até como se come.
- Perda do controle dos esfíncteres, urinando e evacuado em qualquer lugar sem noção que está de roupa, sentada num sofá ou numa condução.
- Quando chega a fase de debilitação total, a morte pode, em média, suceder em torno de sete anos depois do diagnóstico inicial.
Atualmente, mamãe apresenta algumas características dos cinco primeiros itens desta lista. O controle fisiológico está comprometido, sendo necessário monitoramento constante para não chegar ao quadro ora descrito. Com relação à fase terminal, tenho a esperança de que ela se destacará ainda mais entre a minoria dos pacientes, ou seja, 5% dos casos, superando as estatísticas, visto que alcançou o décimo segundo ano de tratamento desde o diagnóstico inicial. Isso é motivo para muita comemoração !
Há cuidados com o Portador da DA, por exemplo, que são apontados pela ABRAZ (Associação Brasileira de Alzheimer) em artigo no site e que são básicos. Antes de acessar essas informações agia utilizando a intuição ou a lógica. Agora, com a certeza de que é uma orientação médica, têm sido minha prática permanente com mamãe. Os resultados são bem expressivos e me sinto à vontade de compartilhar com as pessoas que também passam por situação semelhante.